O The Golf Brasil mostra a confraternização da indústria de óleo e gás, o suporte ao projeto social Japeri e dicas técnicas imperdíveis no Rio de Janeiro.
O programa The Golf Brasil desembarcou nos tradicionais gramados do Itanhangá Golf Club para cobrir de perto todos os detalhes do Torneio Golf & Energy. A competição festiva celebrou o encerramento dos grandes encontros internacionais da indústria de petróleo, gás e energia realizados na capital fluminense. O torneio reuniu empresários e executivos do mundo inteiro em um ambiente de alto nível de convivência.
Formato Texas Scramble valoriza o jogo em equipe
A organização optou pela modalidade Texas Scramble para conduzir as disputas pelo campo. Dessa maneira, todos os quatro integrantes do grupo batem a primeira tacada do tee de saída.
Em seguida, a equipe escolhe a melhor bola posicionada para dar sequência à jogada. O jogador responsável pela tacada escolhida é poupado da jogada seguinte, revezando com os parceiros até embocar. Essa dinâmica se mostrou ideal para integrar golfistas de diferentes níveis em um clima leve e colaborativo.
Apoio fundamental e transformação social no Japeri Golfe
Além do aspecto esportivo, o torneio exerceu um papel humanitário crucial ao destinar recursos financeiros ao projeto social Japeri Golfe. A iniciativa atende atualmente cerca de 140 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade com suporte esportivo, acompanhamento psicológico e distribuição de cestas básicas.
De fato, o impacto positivo desse trabalho reflete-se na trajetória do golfista profissional Breno Domingues. Ele ingressou na escolinha aos 10 anos de idade e tornou-se o primeiro profissional formado pelo projeto. O torneio reafirma a capacidade do golfe de abrir portas profissionais e transformar vidas dentro e fora dos gramados.
Tradição corporativa e a força dos negócios no campo
A história do evento começou há 16 anos, em 2010, fruto de uma parceria liderada pela corretora marítima Brasil Ship com companhias norte-americanas. Logo o torneio consolidou-se como um elo entre o esporte e o setor produtivo no Rio de Janeiro.
Executivos de empresas parceiras, como IFS e Shell Brasil, enfatizaram o valor das rodadas para fortalecer laços corporativos. Conforme destacaram os participantes, o campo proporciona quatro a cinco horas de convivência direta, permitindo conexões autênticas entre tomadores de decisão. A Shell reforçou o orgulho de incentivar a modalidade alinhada a projetos comunitários há mais de um século no país.
Dica do Pro: como dominar o putt com Luiz Miyamura
O quadro técnico desta edição contou com a presença do profissional Luiz Miyamura, da MGolf Academy. O especialista explicou que o putt é sustentado por três pilares essenciais: face do taco alinhada (square), controle de velocidade e leitura de queda (break).
Segundo Miyamura, a velocidade da bola determina diretamente a quantidade de curvatura na linha de jogo. Para aprimorar o ritmo do movimento, o pro compartilhou dicas fundamentais:
- Manter a cadência constante: Utilizar um metrônomo configurado em 80 batidas por minuto para padronizar o tempo do pêndulo.
- Ajustar apenas a amplitude: Manter o mesmo ritmo para qualquer distância, alterando unicamente o tamanho da passada do taco.
- Evitar o erro por baixo: Buscar a linha mais alta da queda para que a bola permaneça próxima ao buraco caso não emboque.
Regras de Golfe: o procedimento correto com areia no percurso
O programa também esclareceu uma dúvida frequente sobre as regras da modalidade. Afinal, o que o jogador pode fazer ao encontrar areia próxima à sua bola?
A resposta depende exclusivamente do local onde ela está:
- No green: A areia é classificada como impedimento solto. O atleta pode limpá-la usando toalha, boné ou a própria palma da mão, desde que a intenção seja unicamente limpar e não testar a superfície.
- Fora do green (no colar ou antegreen): A areia não pode ser removida se estiver na linha de jogo pretendida, evitando penalidades por melhorar as condições do golpe.
Manutenção impecável e celebração no Itanhangá
Apesar do mês atípico com chuvas prolongadas no litoral carioca, o percurso do Itanhangá esteve em excelentes condições de jogo. A capitania do clube ressaltou o empenho do diretor de campo Paulo Maracajá e do profissional Antônio Lins na drenagem e recuperação do traçado.
Por fim, a rodada encerrou-se com clima de confraternização entre todos os competidores, reforçando que o esporte, os bons negócios e a solidariedade formam a combinação perfeita nos gramados brasileiros.
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